quarta-feira, 22 de abril de 2009

Praga eletrônica continua a sofrer mutações

O vírus Conficker continua a sofrer mutações. No início considerado inofensivo, o vírus tornou-se uma das maiores ameaças virtuais dos últimos tempos, tendo até uma recompensa de 250 mil dólares oferecida pela Microsoft a quem possa fornecer informações sobre seus criadores.

O principal objetivo do Conficker era fazer a coleta de dados, senhas bancárias e de cartões de crédito através de uma rede de computadores "zumbis", que já passa dos 10,5 milhões de infectados. Mas isso foi antes da grande mutação do vírus que havia sido programada para o dia 1º de abril. O clima era de expectativa. Paul Ferguson, especialista em ameaças virtuais da Trend Micro, chegou a brincar dizendo que nenhum avião cairia ou que a Internet não pararia. Mas isso foi antes da mutação.

A periculosidade do Conficker chegou a ser questionada logo depois de sua grande mutação de 1º de abril, já que o vírus ficou praticamente inativo nos dias que se seguiram. Mas ele sofreu novas e drásticas mutações e agora surgem até supostas vítimas de agressões não tão virtuais do vírus.

No Brasil já são cinco supostas vítimas. O caso mais grave é o de um rapaz de Pelotas (RS), que alega ter sido molestado sexualmente por um scanner infectado pelo Conficker. "Nunca tinha acontecido antes" disse o rapaz muito abalado.

Os detalhes e os depoimentos das vítimas na íntegra no próximo programa.

Um comentário:

  1. Vendo a ineficiência de programas e laboratórios que têma taref a de proteger nossos computadores, é de se esperar que, nos próximos anos, surjam os primeiros relatos de envio de HIV por e-mail.

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